Tensões Perigosas de Toque e Passo
Sem equipotencialização adequada da malha, descargas atmosféricas geram potenciais perigosos no solo e em estruturas metálicas, expondo a equipe a choques graves.
Tratar o sistema de para-raios de forma isolada expõe sua planta a autuações trabalhistas, recusa de sinistros pelo seguro e inconsistências críticas no inventário de riscos do PGR.
Emissão de ART por engenheiro eletricista qualificado
Medição por miliohmímetro calibrado NBR 5419-3
Adequação completa e atualização do prontuário NR10
Integração técnica direta ao inventário do PGR
Conheça também as exigências completas para a: adequação às normas da NR10
Inspeção técnica de captores, malhas e descidas do SPDA industrial.
Laudos emitidos em total conformidade com as normas vigentes
Tratar SPDA como documento isolado gera passivos graves: riscos fatais de choque, queima de painéis eletrônicos sensíveis e autuações severas em fiscalizações do Ministério do Trabalho.
Sem equipotencialização adequada da malha, descargas atmosféricas geram potenciais perigosos no solo e em estruturas metálicas, expondo a equipe a choques graves.
A ausência de medidas de proteção contra surtos segundo a NBR 5419-4 deixa PLCs, inversores e servidores desprotegidos contra transientes induzidos por raios.
Quando o inventário de riscos elétricos do PGR não reflete os ensaios reais do aterramento, auditores fiscais aplicam autos de infração imediatos por omissão na NR10.
Ensaio de continuidade das armaduras com microhmímetro calibrado de quatro pontas.
Terrômetros convencionais não identificam descontinuidades ocultas nas descidas. A norma NBR 5419 exige instrumentos microprocessados de alta precisão capazes de injetar corrente sob condições reais.
Avaliamos a continuidade elétrica das armaduras de concreto e a equipotencialização no barramento BEP com microohmímetro a 4 fios, garantindo dispersão segura sem centelhamentos perigosos.
Uma auditoria técnica integrada eliminou riscos iminentes de interdição pelo Ministério do Trabalho e evitou a perda de cobertura securitária em uma indústria de grande porte.
Substituição de cordoalhas degradadas e nova fixação mecânica nas descidas.
Planta fabril com laudo desatualizado há 3 anos, corrosão galvânica severa em descidas externas e desconexão total entre o sistema de proteção contra descargas e os inventários de risco do PGR.
Execução de ensaios miliohmimétricos, reconstituição do anel de aterramento perimetral, recomposição dos barramentos de equipotencialização e atualização integral do Prontuário NR-10 com emissão de ART.
A NR 1 exige que o Inventário de Riscos contemple os perigos de choques e descargas elétricas atmosféricas. O laudo técnico fundamenta a avaliação de severidade e probabilidade com dados instrumentais reais.
Não basta apontar inconformidades: as correções do SPDA devem integrar o Plano de Ação da NR 1 com cronograma, responsáveis e evidências técnicas para resguardar a empresa em fiscalizações do MTE.
Auditorias do trabalho autuam empresas que mantêm laudos elétricos arquivados sem conexão formal com as medidas de controle e o inventário de riscos exigidos na NR 1.
Ensaios de continuidade e resistência sob os critérios técnicos da norma NBR 5419.
Atualização do Prontuário Elétrico e sincronização direta com as matrizes do PGR.
Classificação de perigos e medidas de proteção coletiva documentadas no prontuário.
Tratamento de não conformidades com prioridades e prazos formais de adequação.
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Esclarecimentos diretos sobre exigências legais, critérios da NBR 5419, prazos de validade e responsabilidades perante auditorias e seguradoras.
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